Matérias



Lombalgia

Home > Matérias > > Lombalgia

Estima-se que, atualmente, 80% das pessoas vão sentir dor nas costas em algum momento da vida, sendo que a lombalgia é a condição mais comum.

Ela causa dores na região localizada entre a coluna e as nádegas e pode surgir em qualquer pessoa. Porém, a maior incidência ocorre em pessoas com mais de 40 anos, que têm vida sedentária e que trabalham a maior parte do tempo na mesma posição.

Observar a sua postura diária em busca do bem-estar de sua coluna vertebral é de extrema importância.  A correção postural, principalmente na maneira de se sentar, é essencial. Fazer atividades físicas diárias da forma correta também auxiliam no equilíbrio corporal. Na fase aguda, os exercícios não são indicados, mas, após o final da crise, a sua prática regular é importante.

Algumas profissões oferecem maiores riscos para o surgimento da doença. Alguns exemplos são os estudantes, digitadores e pianistas, pois passam muitas horas sentados, profissionais sujeitos a vibrações como motoristas de ônibus e caminhoneiros, pessoas que transportam cargas pesadas como os lixeiros, os carregadores, ou mesmo donas de casa.

Outro fator que pode causar a lombalgia é a obesidade, já que o excesso de peso corporal obriga a coluna a sustentar uma carga desproporcional à sua estrutura e isto também resulta em dor. O estresse potencializa todos os desequilíbrios musculares, ósseos e articulares.

Confira algumas dicas de como reduzir o impacto na sua coluna vertebral:

  • Quando fizer exercícios físicos com pesos, proteja a coluna deitando ou sentando com apoio nas costas
  • Evite carregar peso
  • Não permaneça curvado por muito tempo
  • Quando se abaixar no chão, dobre os joelhos e não a coluna
  • Evite usar colchão mole demais ou excessivamente duro

O diagnóstico e a identificação das causas da dor nas costas são fundamentais para o tratamento e mais de 90% deles são identificados através de uma consulta médica e um exame físico bem feito.
Cuidar de você é uma atitude que só faz bem.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Voltar